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  • Vinicius Fonseca

O ZOOM SQUAD 100% feminino se prepara para a maratona de Chicago


A Nike nasceu nas pistas de corrida de atletismo da Universidade do Oregon e desde então tem perseguido a missão de levar inspiração e inovação aos atletas* em todo o mundo. Para a Nike, se você tem um corpo, você é um atleta. É justamente essa obsessão em servir os atletas, tanto os de performance quanto os amadores, que faz a Nike ser a marca referência no que há de melhor em inovação e tecnologia para os corredores.

Além dos avanços na tecnologia dos produtos, a Nike vem promovendo ações para mudar a percepção do esporte para as mulheres no Brasil. Depois de ter encontrado a mulher mais rápida de São Paulo com o desafio Zoom Speed Series em 2018, este ano a marca apresenta o novo Zoom Squad formado pela primeira vez por um time 100% feminino, que irá correr a Maratona de Chicago no dia 13 de outubro.

Para Renata Romanholi, gerente de marca para corrida da Nike do Brasil, o projeto vai além de quebrar recordes na maratona de Chicago. “O diferencial desse Zoom Squad 100% feminino é a diversidade de histórias com a corrida, a vontade de se desafiar e dar o melhor durante toda a jornada de treinos e no dia da prova. A competição é em busca da melhor marca pessoal e não entre o time. Essa sororidade ajuda a enfraquecer estereótipos preconceituosos, abre portas pro diálogo e é uma fonte de inspiração verdadeira e genuína para muitas outras mulheres”.

A equipe conta com as corredoras Alice Yuri, Joice dos Santos, Paula Narvaez, Rafaela Bueno e Sabrina Gusson que toparam o desafio e contarão com o suporte da Nike para buscar seus recordes pessoais em Chicago. Além disso, o Zoom Squad ainda tem como madrinha do projeto a atual atleta de elite e líder do ranking brasileiro da Cbat - Tatiele Carvalho - e todo um time de especialistas para garantir que a preparação até o dia da prova seja o mais próximo possível do treinamento desenvolvido com atletas de alto rendimento, incluindo a inusitada experiência em treinar em alta altitude em um running camp em Boulder – Colorado – nos Estados Unidos.

O convite para fazer parte do Zoom Squad foi uma surpresa boa, mas que trouxe desafios para Paula Narvaez, principalmente em conciliar a rotina de treinos para maratona com a maternidade.“Apesar de desafiador, fiquei muito feliz em representar as mães no projeto, mostrando que se houver planejamento, amor, disciplina e a compreensão da família, a gente consegue sim se redescobrir no esporte depois da maternidade” conta Paula, que em 2018 deu à luz ao seu segundo filho, Nicolas.

Fazer parte de um time 100% feminino é algo que diz muito e tem um significado especial para as corredoras. “Acho que temos crescido no esporte, e ter um grupo de performance feminino como esse é uma chance de mostrar que temos espaço. Estou junto de quatro mulheres que admiro muito. Poder compartilhar nossas histórias é especial”, comenta Rafaela Bueno, que encontrou na corrida força e dedicação para enfrentar distúrbios alimentares. Depois de passar anos com vergonha do próprio corpo, hoje tem orgulho de ver tudo o que o corpo é capaz de fazer. Joice dos Santos, que estreou na maratona de Chicago em 2018 também ressalta o quão importante é fazer parte de um time composto somente por mulheres “Estou muito feliz e me sinto privilegiada em fazer parte de um grupo de mulheres que se destacam por serem competitivas, amarem incondicionalmente a corrida de rua e por ver as mulheres ganhando espaço em todas as áreas, principalmente no mundo da corrida”.

No mês passado, as meninas do Zoom Squad tiveram a oportunidade de participar de algumas provas e os resultados dos últimos meses de treinos aumentaram ainda mais a expectativa para a maratona em Chicago. “A prova foi perfeita dentro do que eu me propus a fazer, batendo o meu recorde em quase dois minutos e correndo abaixo de 1:30:00 pela primeira vez. Ela só me deu mais confiança”, comenta Alice Yuri, que terminou a prova em 1:25:00. “O que vejo como principal, é que o Zoom Squad me tirou da zona de conforto, para evoluir, fisicamente e mentalmente. Hoje treino sonhando com a linha de chegada de Chicago, e acredito que quando cruzá-la, me marcará para sempre”, finaliza Alice.


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